Princípio de linha XVI
Eram narrativas desviadas da plenitude intensa. Na última linha esperava-se a outra metade da história: acontecimentos apenas habitáveis, mas nunca deveras vividos. E por fim havia um território comum, uma partitura criativa e fecunda, como se o silêncio da contemplação fosse a viagem eterna de regresso às nossas origens.
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Faro, Algarve |
Adília César
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